- Não não.
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sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Fado
É o que vivemos que nos molda a cara,
o que sonhamos,
que nos faz viver,
o que sentimos,
que nos faz perder,
mas é pelo que desistimos que somos assombrados.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
undoubted
it's not a question of love.
that,
is unquestionable.
it's not a question of passion.
that,
is undeniable.
it's just a matter of sanity,
and that,
is incontestable.
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
pegamonstro
- Há uma semana, quando voei daqui, tinha os mesmos planos de agora, menos um ou dois desejos e algumas vontades não avaliadas.
- Que esperavas? Discutir os segredos da vida? Conversar o mundo num copo? Nadar em pensamentos absurdos e rires-te de tudo isso? Era isso que esperavas?
- Erradamente, nunca me apaixonei por um estranho... é que é no desconhecido que reside grande parte do sucesso. Seja como for, apesar de nada esperar, apenas por não pensar no que espero, confirmo: tenho uma enorme falta de personalidade linguística!
- Afrodisíaco? Afrodisíaco é quem está ao teu lado.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
prudência
Assumamos que tudo o que pensamos dos outros é pensado sobre nós e o elogio será mais cuidado e o desdém repensado.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
egoísmo precioso explicado:
Não se emprestam livros!
Passam por lugares, viajam, sabem muito (demasiado) e com eles partilhamos tudo: Dou-lhes o meu toque, sempre leve e meigo; não há um único que se possa queixar de não ser bem tratado; passeiam apenas quando lhes apetece; viajam sem pagar nada; não requerem qualquer esforço para a sua vivência; possuem uma reforma abonatória garantida; a sua figura está sempre no melhor dos tratos.
Emprestar um livro é perder parte de nós e, receber um livro emprestado, é envenenar a alma de um doce veneno que não compreendemos, maltratar a experiência que nos fez e esbanjar o secreto tempo que nos faz.
Note to self: que não se repita!
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Raridade sem Género
De forma geral e regular, nos cafés e na rua no masculino (ou de forma mais recatada no feminino), fala-se de gajas boas (,em outros géneros) e outras vangloriações.
De tempos a tempos, de forma pontual, em desprezo global e opinião não partilhada, ouve-se: lá em casa tenho melhor.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Estado pré resiliente
Não há cartas no correio... nem debaixo da porta.
Já ninguém espera nem ninguém responde.
Já não se sabe sequer o que existe e,
com o nada e com ninguém,
não há propósito.
com o nada e com ninguém,
não há propósito.
(parece!)
Apenas parece não haver propósito quando tudo é negro até ser claro novamente.
E,
num sorriso,
num sorriso,
ás vezes,
é preciso voltar as costas para ver quem vem atrás...
é preciso voltar as costas para ver quem vem atrás...
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sábado, 14 de maio de 2011
verdade empolada
"A grande fonte de miséria e das desordens da vida humana parece surgir do exagero da diferença entre uma situação permanente e outra... Algumas destas situações podem, sem dúvida, merecer ser preferidas em relação a outras mas nenhuma delas pode merecer ser perseguida com aquele ardor apaixonante que nos leva a infringir regras, sejam de prudência sejam de justiça, ou de corromper a tranquilidade futura das nossas mentes, seja por vergonha da memória da nossa própria insensatez, ou por remorso do horror da nossa própria injustiça."
by Alan Smith, in The Theory of Moral Sentiments - 1759
Por outras palavras:
Sim, algumas coisas são melhores que outras. Devemos ter preferências que nos levam a um futuro em detrimento de outro. Mas quando essas preferências nos impelem demasiado porque exagerámos a diferença entre esses dois futuros, estamos em risco. Quando a nossa ambição é delimitada, leva-nos a trabalhar com alegria. Quando a nossa ambição não tem limite, leva-nos a mentir, a enganar, a roubar, a magoar os outros, a sacrificar coisas de valor. Quando os nossos medos têm limites, somos prudentes, somos cuidadosos, somos pensativos. Quando os nossos medos são ilimitados e aumentados, somos imprudentes e somos cobardes.
Os nossos desejos e as nossas preocupações são ambos, até certo ponto, exagerados porque temos dentro de nós a capacidade de manufaturar a comodidade que, constantemente, perseguimos quando escolhemos experienciar.
No final, depois de tudo, O segredo da felicidade, são as expectativas baixas...
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quinta-feira, 12 de maio de 2011
momentos
Não acredito em momentos que não se repetem. Mas não acredito porque não quero. Nem posso: mata-me o pensamento e relaxa-me a ação e isso, não posso admitir (com demasiada frequência pelo menos).
Não acredito em momentos que não se repetem como também não acredito no tempo. Os primeiros, lembram-nos que o bom não termina e precavê-nos que o mau volta sempre. O segundo, faz-me insistir na não mudança pelo tempo, em que a vontade não muda, não sai da linha pela qual foi inicialmente traçada e que, apesar dos empurrões, aquele desenho interior inicial, aquele valor enraizado, volta novamente ao traço.
Já não acreditava antes mas a ideia da não repetição de momentos e do não tempo, fortalece quando, aos 70 anos, me dizem, "estou a preparar uma surpresa para a tua mãe".
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
Queda livre
Por vezes, a solução para sobrevivermos é a negação: negamos que precisamos de descansar, negamos que temos medo, negamos o quão desesperadamente queremos ter sucesso, negamos que estamos mal. Mas mais importante, negamos que estamos em negação. Apenas vimos o que queremos ver e acreditamos no que queremos acreditar, e resulta. Mentimos a nós próprios tanto, que a mentira começa a parecer verdade. Negamos tanto, que não conseguimos reconhecer a verdade à frente dos nossos próprios olhos. E, no final do dia, há coisas que simplesmente não conseguimos evitar não falar. Algumas não queremos ouvir, outras falamos porque não conseguimos mais mantermo-nos em silêncio. Algumas são muito mais do que aquilo que dizemos, são aquilo que fazemos. Algumas dizemo-las porque não temos outra escolha, outras guardamo-las só para nós. E, não muito frequentemente, mas todo o de vez em quando, algumas, falam por si.
Por vezes, durante o mesmo frequente todo, não conseguimos ter a calma que queríamos. Perdemos o controle que ninguém gosta de perder. Não há nada pior. É um sinal de fraqueza... de não estar à altura. Mesmo assim, há tempos em que simplesmente sai do nosso controlo: quando o mundo pára de rodar e apercebemo-nos que nada que digamos ou façamos nos vai salvar. Por muito que lutemos, caímos. Perdemos. E é assustador. Exceto na vantagem da queda livre: é a hipótese que damos aos nossos amigos de nos apanharem.
(ou, no limite, de sentirmos o chão)
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domingo, 1 de maio de 2011
Self Siren Essence
It's when all fails that we wonder:
We can be at the verve of the abyss, staring at the bottom, or at any given garden, just laying naked by the pool, but, it's when all dreams fail, plans sink, future futures, that we begin to wonder:
We can be at the verve of the abyss, staring at the bottom, or at any given garden, just laying naked by the pool, but, it's when all dreams fail, plans sink, future futures, that we begin to wonder:
As hard as it is to understand, we are not the ones strapped to the pole, avoiding, trying not to listen, shouting above all sounds with our eyes shut, gesturing violently, clenching our teeth, clenching our fist with nails carved to the skin, just wishing that all goes away with a new wind... No.
As hard as it is to understand, we are the ones that sing, and the pole, is empty!
As hard as it is to understand, we are the ones that sing, and the pole, is empty!
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
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