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segunda-feira, 30 de abril de 2012


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

My personal thirty:



O meu joelho doí-me de vez em quando. Nunca fui (para usufruto próprio) a um hospital em idade adulta e fui duas vezes a centros de saúde: uma, obrigado e outra, porque perdi o cartão de utente. Nunca vomitei por causa do álcool. Os pelos brancos do canto inferior esquerdo da cara, possuem charme fora da escala. Os 18 cabelos brancos só se vêem em determinados ângulos de luz. As rugas são só de expressão e acentuam as qualidades bem dispostas de um sorriso genuíno. Aos 30, continuo a fazer 8Km em menos de 30 minutos. Peso mais 2Kg do que aos 16. Bebo, em média, 200 sumos de laranja ao pequeno almoço por ano. Nos últimos 5 anos, tive duas gripes e meia e, aparte de dores no joelho e de uma recém tendinite, foram os únicos problemas de saúde. Estou, claramente, cada vez melhor (e mais humilde) !
All and all, Parabéns a mim.


segunda-feira, 13 de junho de 2011







PARTE 3


- EPÍLOGO -




*knock* *knock* ! Who's there?



Até hoje, em média, 526 pessoas visitaram este blog todos os meses. Destas, 335 foram únicas (não repetidas). 150 das visitas mensais, fizeram-no pela primeira vez e, no mesmo intervalo, 185 voltaram a visitá-lo.
Maio de 2009 e Maio de 2011 foram os meses com mais visitas imaginárias e Agosto de 2010 foi, de longe, o menos visto.
Foram escritos 344 posts em 121 semanas, ou seja, em média, desde o dia 10 de Fevereiro de 2009 até hoje, foram escritos 3 posts por semana.

No entanto, no total e até à data, foram feitos apenas 302 comentários, que apenas consigo explicar nas palavra de um grande amigo meu que, outrora e a título de opinião pessoal sobre este blog, me disse que a escrita solitária e anónima e muitas vezes demasiado pessoal que o caracteriza, não é mais do que uma outra forma de masturbação. Algo que, acrescento, ninguém tem por hábito comentar, seja do próprio, seja de outro...






FIM DE PARTE 2




quarta-feira, 6 de abril de 2011

6/4 = 2























                                                                                  Houve tempo em que viagem era único pensamento,            único desejo,
e cada metro,
         minuto de única vontade.

Tempo houve em que único pensamento,
era desejo da viagem e passar dos minutos.
Tempo em que ar esperava pela calma e por porta.
Uma porta que, em tempos, se abria em sorrisos de mãos transpiradas.
Sonho de tempo sem viagem, do lado de dentro de uma porta.


            Houve ânsia de tempo,
   em que viagem
e partida,
                                                eram mais calmas que chegada,
        e era aí,
                                                            que tempo e mundo começava.


Chegados                                                :  
 mesma falta de vontade de partidas,
outro tempo                                                    ,
mãos ainda mais transpiradas                      ,
e mesmo único desejo de única vontade...



Parabéns! :)


segunda-feira, 14 de março de 2011

Post 300







Se fizeres uma pausa numa vírgula,
uma pausa prolongada numas reticências... e parares num ponto.
irás, por ventura, entender-me... melhor.





sexta-feira, 3 de dezembro de 2010







PARTE 2




quarta-feira, 20 de outubro de 2010

20 de Outubro



O dia da mãe é como o Natal: quando um homem quiser. Mas a sério. É como uma comum fraca desculpa para uma horrível tomada de consciência de que temos uma mãe.
Mas que chatice! Hoje a minha mãe faz anos. Que faço? Que digo? mas, principalmente, que compro?... Ainda por cima joga o Benfica...
A minha mãe é a Brigitte Bardot meets Marylin Monroe, sem as saias a esvoaçarem numa conduta de ar e com um vestido da Custo. A minha mãe tem um coração do tamanho do estômago e um estômago do tamanho do coração. A minha mãe e eu nem sempre nos entendemos e eu, não sei parar e dizer que gosto muito dela, não só porque é minha mãe, mas porque é uma mulher extraordinária. Coisas de filho, que "coisas de filho", por enquanto, servem de desculpa. A minha mãe reformou-se da profissão de super-mulher e vive do não reconhecimento disso. A minha mãe irrita-me 3 vezes por dia porque eu sou igual à minha mãe que é igual ao pai da minha mãe, a quem, dizem, eu sou muito parecido. A minha mãe, por ser minha mãe, é a melhor mãe do mundo e digo isto desta forma infantil porque sei que, todos os dias, ela gostava que eu tivesse novamente 8 anos e a abraçasse daquela forma. A minha mãe não me pede desculpas e eu não lhe peço desculpas a ela, porque, entre nós, eu a minha mãe nunca nos enganamos e temos sempre razão. A minha mãe gostava que eu tivesse sido uma filha, ou que o meu irmão fosse uma filha, ou que tivesse tido uma filha, mas talvez por isso, eu sou a mais filha dos filhos da minha mãe.
Hoje a minha mãe faz anos por isso, eu hoje faço anos: obrigado por me tornares no que sou, por seres quem és e por me aturares 3 vezes ao dia todos os dias.
Se calhar preferias um poema, um texto lírico ou umas rimas bonitas. Mas mãe... és tu.




Parabéns Mãe!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

V



porque o meu siso passou a ser o teu,
o teu sorriso passou a ser o meu!
porque és sábia em tudo, mesmo no nada,
és o conforto da minha alma apaixonada.
porque és o amor em forma de abraço,
uma alegria constante e nunca um cansaço,
porque assim o ficas todos os meus dias:
se não estivesses noiva, era comigo que ficarias.
mas porque és grande, enorme, gigante de ser!,
já encontraste o teu merecido amor e querer.
E agora são dois, os que me fazem sentir,
o que é andar constantemente a sorrir.
Um verdadeiro amigo é-o naquilo que não se vê,
por hoje, por ontem, por tudo: PARABÉNS V.

(noivo J: a parte do "era comigo que ficarias", é só para rimar...)

sexta-feira, 30 de julho de 2010



Os meus amigos vão de férias e eu,
acho que me vou fazer de convidado.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Post 200...

E com tamanha rapidez, aparecem 200 textozinhos.
Sem interessar se era interpretado ou 'desinterpretado', motivado ou 'desinspirado', foram aparecendo 200 posts a escrever asneiras, divagações, parvoíces, suspiros e desabafos, que para grande admiração nossa, mas extremo agrado, ainda há quem leia.
Contradizendo-me, relembro os primeiros textos, as primeiras ideias e o porquê de fazer algo que não era meu: escrever para além de mim, para mostrar aos outros. E aquilo que era suposto ser o que um dia um 'cãoraivoso' ladrou de masturbação literária, tornou-se simplesmente um peep show de borla. Mudou-se o conceito de, ninguém tem nada a ver com nada, para, ora leiam lá isto!
E de repente, o telefone toca, "you've got mail", "adorei aquilo que escreveste" e, por tudo isto, corrompo o que dizia. Ou antes, altero-me e mostro. Mas altero-me demasiado rápido e mostro demais demasiado rápido. E cá estou eu, novamente a fazer o mesmo.


200 posts... 200 posts em pouco mais de um ano, eliminando sábados e domingos, revela não só que andei demasiado ocupado mas também revela muito lixo... Aos 300 reformo-me.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Hoje não, mas amanhã quem sabe...

- Ainda nos vão fazer uma estátua, vais ver! Numa praça com o nosso nome, turistas virão só para nos ver de bronze. Seremos a casa banho dos pombos e o pano de fundo de uma moldura de sala. De noite estaremos iluminados pelos pés porque ainda vamos ser o marco de uma cidade. Vais ver, um dia, ainda nos vão fazer um estátua! Hoje não, mas amanhã, quem sabe...

sexta-feira, 19 de março de 2010

Um dia vou ser assim...


Não ligo, não me interessa e sei que a ti também não. Mas gostas.
Também eu gostava de um dia ser desejado assim. De, mesmo que não mo dissessem ou soubesse, ter quem achasse que não havia melhor do que eu. Que eu, era o melhor do mundo e que dificilmente podia fazer melhor do que já tinha feito e continuasse a fazer... também eu gostava de um dia ser assim.
De ser respeitado a medo pela voz e pelo movimento, de impor respeito e gerar um quase ódio com um, vou contar até a três, e nunca passar dos dois e três quartos. De falar pouco para ser ouvido muito. De conseguir, durante uma vida, mostrar a perfeição e esconder o resto, porque embora não conheça o resto, imagino que deva haver qualquer coisa... De bastar olhar para mandar. De olhar lá de cima bem alto e dizer baixinho, monocórdico e disfarçadamente indiferente, hoje portaste-te bem, mas que não se repita que tenho um papel a fazer.
De dizer o que é preciso e não o que é. De passar a ser ouvido pelo fruto das circunstâncias. De passar a surpreender, por não ser só respeito e cara sisuda. De passar a não ser só educação, para educar ainda mais, mesmo quando educasse a idade fora do aprender. De passar a ser idolatrado pela quebra do medo e o esticar da mão, do braço, de tudo! e dizer, ouve-me, e só depois decides. De passar a fazer cair queixo e esbugalhar olhos enquanto falasse e de passar a ouvir, olha, tenho que te partilhar uma coisa.
E se disser agora, que vejo no meu reflexo a impossibilidade de alguma vez ser assim, responder-me-ás qualquer coisa que me passará a deixar a pensar, na impossibilidade dessa impossibilidade. Confundir-me-ás com sábias palavras para me fazeres pensar e no fim eu comentar comigo, também eu gostava de um dia ser assim.
Mas não ligo, não me interessa muito e acho que a ti também não. Mas espero que gostes.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

1 ano de amigos imaginários

Faz hoje um ano que loucos somos nós. Do inglês, crazy-r-us. Eu e eles, digo, por isso, parabéns eles, Os Meus Amigos Imaginários.
Tudo começou um dia quando me levantei e alguém não se calava. Primeiro, uma voz que falava, opinava, aconselhava e desdenhava à velocidade de uma bata branca e um Largactil. Pouco depois, muitas e a falar ao mesmo tempo. Não levei muito a deixar de os procurar e menos ainda a perceber que interagiam à minha voz. Pior, viam o que eu via e ouviam o que eu pensava.
Desde o primeiro post que o objectivo foi eles falarem e eu escrever mas, entretanto, a escrita apurou e os gostos mudaram consoante a época interior, embora a loonicidade nem por isso.
Apercebo-me que um ano depois, encontro-me no mesmo sítio: parado em frente a um teclado ou de caneta na mão, cheio de vontade e ideias mas, ao mesmo tempo e novamente neste momento, com um bloqueio de pensamento para as partilhar.
Faz hoje um ano no passado, correu bem para o futuro, por isso aguardemos. Quem sabe se não será este o ano em que publicamos um livro, agora que existe a editora Alêtheia da Zita Seabra. Não façamos comparações, mas se o colosso Mário Crespo o faz, porque não o fazemos nós, portentoso ciclope de dois olhos?
Parabéns a nós.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Caro João:





sexta-feira, 31 de julho de 2009

Fora! - sopra o vento. Fora daqui!

Parei o cronómetro antes do tempo. Infelizmente deixo finalmente de contar o tempo que, embora não estivesse eu a contá-lo, estava a contar. Esquecido.
Olho para trás para o tempo que passou e por tudo o que trouxe, a uma velocidade sempre inconstante como sempre é a de um vento de mudança, estonteante que continua a soprar forte, mais desordenado do que antes, continuando a soprar por nós sem nos apercebermos, derrubando-me e provocando-nos e testando a nossa paciência a cada queda, e a cada empurrão deixando-me um pouco mais do que apenas despenteado...
Olho para o tempo que parei questionando o que vejo marcado. Ponho em dúvida a amostra reduzida de tempo passado que se me apresenta e penso inevitavelmente nas palavras do ansião: “Com o tempo irás desfrutar de outros momentos inesquecíveis. A alegria (...) deve ser intuída apenas como o sinal de que a vida é capaz de nos proporcionar momentos inesquecíveis”.
Constantemente, respondem cá em cima.
Hoje parei o cronómetro anual. De Férias! a “férias”. Com o medo do já inevitável e habitual aperto no coração. Com medo da angústia e do tempo mas sem medo de o contar porque nunca o medo soube tão bem. E a angústia tão mal. A confusão (ainda) impera por isso quero mudar tudo mas também não quero mudar nada e como pelos vistos não sou eu a mandar, venha o mar para afogar a confusão e o medo e venha o sol para os matar de sede.
Desta vez só procuramos uma coisa e uma coisa só: Paz! Corajosa e ordenada paz.
Vou de férias sem caderno e sem caneta mas com uma garrafa de gin na mão direita que sofre de angústia, treme de medo e que já não me obedece de tão confusa, e uma arma na mão esquerda que acumula cargos e faz de mão direita. Levo uma corda no pescoço ao pendurão e uma t-shirt a dizer “estou perdido, não me sigas”.

Até breve?

sexta-feira, 5 de junho de 2009


Uma semana depois, estamos de volta com novo ar (um ligeiro bronze) e novo logo, desenhado por nós. Hoje ainda não há blog.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009







Os Meus Amigos Imaginários


- PRÓLOGO -